Os programas de governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e de Flávio Bolsonaro (PL) tratam o esporte como política pública ligada à educação e à juventude, mas divergem nos caminhos. O Leste resumiu os planos com base em levantamento da Agência Brasil.
Flávio Bolsonaro
- Escola: usar a estrutura das escolas para o esporte competitivo, com "times escolares, treinos no contraturno e competições municipais e estaduais". Segundo o plano, isso ajuda a reduzir evasão e repetência.
- Escola nas Férias: abrir as escolas nos recessos, sem detalhar como funcionaria.
- Alto rendimento: parcerias com clubes, faculdades e universidades, editais de tecnologia para confederações e melhoria das bolsas para atletas com apoio da iniciativa privada.
- Frase do plano: "O esporte é uma das ferramentas mais poderosas que existem para formar um jovem".
Lula
- Continuidade: ampliar políticas do atual mandato, como o Plano Nacional do Esporte.
- Obras: arenas e centros esportivos dentro do Novo PAC.
- Universidade do Esporte: instituição de ensino superior já aprovada na Câmara, voltada à formação técnica e à pesquisa.
- Copa Feminina de 2027: investimento nas oito capitais que vão receber o torneio.
- Bolsa Atleta: citado no plano, com 11 mil contemplados em 2026, segundo a reportagem.
Onde divergem
Flávio dá mais peso à iniciativa privada e ao esporte como ferramenta de formação. Lula prefere a gestão pública em parceria com estados, municípios e projetos sociais e trata o esporte também como setor econômico. Compare também as propostas para a economia.
Fontes: Agência Brasil – Esporte: conheça as propostas de Flávio Bolsonaro e Lula para a área (20/10)
Foto ilustrativa: estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro. Leandro Neumann Ciuffo (CC BY 2.0), via Wikimedia Commons

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